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sábado, 29 de outubro de 2011

um soneto

 

Hoje eu quero compor um soneto. Mas não quero quadras. Não quero tercetos. Quero apenas a poesia decomposta em prosa. Mas mesmo assim irei chamar de soneto. Porque o soneto é meu, de ninguém mais. É encontro as escuras, sem espaço à rasuras. É noite fresca, são beijos que se perdem no final. É o véu que cai. O meu véu que cai. E mostra. Despudoradamente me mostra.

 

canetas

1 comentários:

Li. disse...

"Oh! flor do céu! oh! flor cândida e pura!"Que coincidência esse texto teu. Estou relendo Dom Casmurro e este foi o último capítulo que li "Um Soneto".
'Perde-se a vida, ganha-se a batalha!".

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